Eduardo Moreno

A história de Eduardo com as abelhas começou há trinta anos, numa fábrica de refrigerantes em Ribeirão Preto. A fábrica ficava na área rural, e na propriedade passava um córrego, com reserva de mata e muito bicho silvestre. Na época, Eduardo trabalhava com segurança de trabalho e um dia recebeu um chamado inesperado: um caminhão chegou para descarregar suprimentos, mas havia um enxame entre os pallets.

Não existe “doença do tatu”!!

A transmissão não ocorre de animais para pessoas ou entre pessoas, mas apenas do contato direto com o fungo, ou seja, os tatus – animais que vivem em tocas e estão em contato direto com o solo e com a matéria orgânica – possuem mais chances de se contaminarem, porém, eles não necessariamente apresentam sintomas ou ficam doentes.