O ICAS – Instituto de Conservação de Animais Silvestres trabalha para proteger a biodiversidade brasileira, com atenção especial a dois gigantes da nossa fauna: o tatu-canastra e o tamanduá-bandeira. Essas espécies icônicas, ambas ameaçadas de extinção, desempenham papéis fundamentais nos ecossistemas onde vivem e são símbolos da importância da conservação da vida selvagem.
Nossa missão é promover a coexistência harmônica entre pessoas e biodiversidade, o que significa buscar soluções para que pessoas e a fauna silvestre compartilhem os mesmos espaços de forma equilibrada, minimizando impactos negativos e gerando benefícios ecológicos e sociais. Para isso, integramos ciência, engajamento social e ações de conservação.
Fundado em 2016, o ICAS surgiu para apoiar o Programa de Conservação do Tatu-Canastra, que hoje atua nos biomas Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica e Amazonia dedicando-se à pesquisa e proteção do maior tatu do mundo.
Com o tempo, o ICAS expandiu suas ações para incluir outras espécies e iniciativas de conservação, como o Programa de Conservação do Tamanduá-bandeira. Tal programa vem realizando há X anos pesquisas de longo prazo para compreender melhor a espécie e seu comportamento em áreas impactadas pelas atividades humanas no Cerrado. Além disso, desenvolve ações voltadas à redução de colisões entre fauna e veículos, especialmente por meio do Projeto Bandeiras e Rodovias, no Mato Grosso do Sul. Nesse contexto, o tamanduá-bandeira foi escolhido como embaixador da causa, por ser uma das espécies mais afetadas por atropelamentos, contribuindo para sensibilizar a sociedade sobre a urgência de soluções eficazes para mitigar os impactos das estruturas viárias
Também integramos o Observatório Rodovias Seguras para Todos, uma iniciativa conjunta de seis ONGs dedicada a reduzir acidentes envolvendo fauna silvestre no estado. A iniciativa busca monitorar ocorrências, promover ações e fortalecer o debate público, garantindo que a segurança de pessoas e animais seja prioridade nas políticas públicas.
A ciência é a base do nosso trabalho, mas sabemos que a conservação só é eficaz quando inclui as comunidades que compartilham o território com a fauna. Por isso, atuamos lado a lado com moradores locais, pesquisadores, gestores públicos e diversos setores da sociedade para construir políticas de conservação participativas e efetivas. O que começou em 2010 com apenas um pesquisador hoje conta com uma equipe multidisciplinar de cerca de 30 profissionais.
No ICAS, além do trabalho voltado à conservação dessas duas espécies emblemáticas, desenvolvemos ações baseadas em pilares essenciais: Dimensões humanas e coexistência, Saúde única e Educação ambiental. Acreditamos que a conservação é ampla, multidisciplinar e diversa — não fazemos conservação sozinhos. É preciso unir esforços, conhecimentos e diferentes perspectivas para proteger a biodiversidade de forma efetiva e sustentável, pois a conservação da biodiversidade é um compromisso coletivo. Juntos, podemos fazer a diferença!
O ICAS – Instituto de Conservação de Animais Silvestres é uma organização sem fins lucrativos, dedicada à conservação da biodiversidade, que busca produzir conhecimentos baseados na ciência para dialogar, influenciar e buscar soluções e estratégias que promovam a coexistência harmoniosa entre seres humanos e a vida silvestre.
Ser uma organização de referência nacional e internacional em pesquisa científica voltada à conservação da biodiversidade e na apresentação de soluções inovadoras para as problemáticas de conservação de espécies ameaçadas, em particular o tatu-canastra e o tamanduá-bandeira.
Compromisso com a ciência, pesquisa, educação ambiental e coexistência entre pessoas e vida silvestre, além de promover a sustentabilidade na implementação de políticas públicas para a conservação da biodiversidade.
As Dimensões Humanas e a Coexistência formam um dos pilares essenciais do Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS), reconhecendo que a conservação da biodiversidade vai muito além de proteger apenas as espécies e seus habitats. O sucesso das ações conservacionistas depende, de forma fundamental, da compreensão e do envolvimento das pessoas que dividem o território com a fauna silvestre. Por isso, o ICAS investe em estudos e estratégias que exploram as complexas interações entre seres humanos e vida selvagem, visando reduzir conflitos, promover comportamentos mais sustentáveis e fomentar uma convivência harmoniosa.
Sob a liderança da bióloga e pesquisadora Mariana Catapani, especialista em Dimensões Humanas da Conservação, o ICAS adota uma abordagem holística, que conecta diferentes saberes e disciplinas. Unindo conhecimento científico robusto a narrativas humanas, o instituto integra perspectivas interdisciplinares pra compreender as raízes sociais, culturais e psicológicas das interações entre as pessoas, a vida silvestre e os ecossistemas. Além disso, busca incluir diferentes atores sociais em suas iniciativas, garantindo representatividade, engajamento e influência no processo de tomada de decisão para a conservação. Essa postura integradora fortalece a criação de soluções inovadoras que visam reduzir os impactos negativos das interações, promovendo benefícios reais para comunidades e espécies ameaçadas, como o tamanduá-bandeira e o tatu-canastra.
Dentro dessa perspectiva, o ICAS dedica atenção especial à interação entre infraestrutura viária, pessoas e vida silvestre, por meio do Projeto Bandeiras e Rodovias. Essa iniciativa aplica a abordagem das Dimensões Humanas e da Coexistência para entender e mitigar as colisões entre veículos e animais, promovendo estradas mais seguras para todos. O projeto já investigou fatores psicológicos que influenciam a tomada de decisão dos motoristas ao se depararem com animais na pista e aprimorou as sinalizações de travessia de fauna por meio de uma metodologia transdisciplinar que inclui pesquisa, co-design de soluções e participação coletiva. Além disso, o projeto mapeou os diferentes atores envolvidos na mitigação desses acidentes, identificando barreiras e oportunidades, e vem estabelecendo uma rede participativa entre sociedade civil e autoridades locais para monitorar e cobrar a implementação de medidas efetivas.
Outra iniciativa significativa do ICAS no campo das Dimensões Humanas e Coexistência é o Projeto Canastras e Colmeias, desenvolvido em parceria com apicultores que sofrem prejuízos quando tatus-canastra invadem os apiários em busca de alimento. O ICAS atua junto a esses produtores para implantar soluções práticas, como cercas ou a instalação das colmeias em estruturas elevadas, protegendo tanto a produção de mel quanto os animais silvestres, e fomentando práticas que promovam uma melhor coexistência. Essas ações fazem parte de uma abordagem integrada e inovadora que busca resolver problemas concretos, assegurando que estratégias de conservação sejam ecologicamente eficazes e socialmente justas.
Essa forma de atuação, que integra saberes, escuta diferentes vozes e busca soluções compartilhadas, hoje está presente em todas as iniciativas do ICAS, consolidando a Dimensão Humana como a base ética para a conservação da biodiversidade.
A Saúde Única é um dos pilares do Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS), que atua sob a premissa de que a saúde da fauna, dos animais domésticos e das comunidades humanas está interligada. A iniciativa busca promover uma abordagem integrada de saúde, unindo ciência, conservação e bem-estar das pessoas e das comunidades que vivem nas áreas de pesquisa dos projetos do Instituto.
Liderada pelo médico-veterinário e pesquisador Danilo Kluyber, essa iniciativa amplia o escopo das ações do ICAS, tradicionalmente voltadas à conservação do tatu-canastra e do tamanduá-bandeira, para incluir também o monitoramento da saúde de animais domésticos e das populações humanas que compartilham o mesmo território. O objetivo é traçar um panorama detalhado das condições de saúde nas regiões onde o ICAS atua, identificar prioridades e planejar intervenções eficazes, como a criação de um calendário vacinal unificado, em parceria com prefeituras, organizações privadas e instituições não governamentais.
Um aspecto inovador desse trabalho é o papel do tatu-canastra como indicador da saúde do ecossistema. Estudos do ICAS revelaram que mais de 100 espécies utilizam, direta ou indiretamente, as tocas escavadas por esse animal, tornando-o uma importante fonte de dados sobre a biodiversidade local. Ao monitorar a saúde do tatu-canastra, os pesquisadores conseguem obter informações valiosas sobre outras espécies que compartilham seu habitat, oferecendo uma visão abrangente das condições ambientais.
Até o momento, já foram realizadas coletas de material biológico do tatu-canastra no Cerrado e no Pantanal, além de amostras de cães e exames em pessoas que vivem nas mesmas regiões. Equipes compostas por médicos e enfermeiros realizam exames clínicos e aplicam questionários para identificar possíveis doenças ou condições de saúde nas comunidades locais. A iniciativa conta com o apoio fundamental de parceiros como as prefeituras de Aquidauana e Três Lagoas, que colaboram com as ações de saúde pública, incluindo vacinação e realização de testes rápidos. Propriedades rurais, como a Fazenda Primavera e a Baía da Pedra, também oferecem suporte logístico para as atividades programadas para a segunda quinzena de agosto.
O conceito de Saúde Única, que integra diferentes áreas do conhecimento para promover a saúde do ecossistema de forma abrangente, orienta todas as ações do projeto. As informações geradas contribuem para estabelecer prioridades em saúde pública e conservação, promovendo benefícios tanto para a biodiversidade quanto para as comunidades humanas que habitam essas regiões. O sucesso da iniciativa é fruto do trabalho conjunto entre instituições públicas, proprietários rurais e comunidades locais, reforçando o compromisso do ICAS com uma abordagem integrada e sustentável para proteger a vida silvestre e o bem-estar humano.
Neste livro, com uma linguagem simples e lindas imagens, são apresentadas várias curiosidades sobre o tão desconhecido e incrível tamanduá-bandeira. Confira!
Bióloga com Mestrado em Ecologia e Conservação (UFMS, 2010) e Doutorado em Biologia Animal (UNESP, 2018). Coordena o Projeto Babies, desenvolvido em parceria com o Projeto Bandeiras…
Bióloga com Mestrado em Ecologia e Conservação (UFMS, 2010) e Doutorado em Biologia Animal (UNESP, 2018), atua como pesquisadora no Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (LAPIG/UFG), no Programa de Pesquisa em Pastagem. Coordena o Projeto Babies, desenvolvido em parceria com o Projeto Bandeiras e Rodovias do ICAS – Instituto de Conservação de Animais Silvestres, que investiga a ocorrência de atropelamentos e o impacto da perda parental em filhotes de tamanduás-bandeira órfãos, com foco na conservação e manejo da espécie. Desde 2019, contribui com o Plano de Ação Nacional do Tamanduá-bandeira, Tatu-canastra e Tatu-bola (ICMBio). É professora colaboradora no Programa de Pós-graduação em Ecologia e Evolução da UFG e possui experiência em pesquisa, docência e ecoturismo. Seus principais interesses incluem conservação e monitoramento da biodiversidade, ecologia e comportamento animal.
Graduada em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos. Mestra em Ecologia…
Graduada em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos. Mestra em Ecologia e Recursos Naturais e Doutora em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais (PPG ERN) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) ambos na área de Educação Ambiental.
Atuação: Atua como educadora e coordenadora de projetos e cursos de formação em Educação Ambiental no grupo Escola da Floresta no Sítio São João (São Carlos/SP) desde 2009. É sócia fundadora e educadora na empresa Fubá Educação Ambiental e criatividade desde 2015. E desde 2018 é a educadora responsável pela implementação do Plano de Ação de Educação e Comunicação do Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS).
Atua nas áreas de Biologia da Conservação, pesquisa e ecologia de espécies e uso de recursos naturais. Trabalhou e morou em Belize, Argentina, Bolívia…
Atua nas áreas de Biologia da Conservação, pesquisa e ecologia de espécies e uso de recursos naturais. Trabalhou e morou em Belize, Argentina, Bolívia, Nepal e agora está no Brasil há 20 anos. Em 2002 passou a viver e trabalhar no Mato Grosso do Sul, onde fundou a ONG ICAS para dar suporte administrativo aos dois projetos que coordena: Programa de Conservação do tatu-canastra e Projeto Bandeiras e Rodovias. Seu trabalho foi apresentado na National Geographic, BBC Nature e na PBS (Public Broadcasting Service). Arnaud é reconhecido como um grande nome da conservação mundial, tendo sido agraciado com o Whitley Award em 2015, um prêmio que é considerado o Oscar da Conservação!
Graduada em Ciências Econômicas pela Universidade Paris X e em Marketing & Gestão pelo Programa de MBA da Reims Business School, atuou como Coordenadora de Projetos & Comunicação durante…
Graduada em Ciências Econômicas pela Universidade Paris X e em Marketing & Gestão pelo Programa de MBA da Reims Business School.
Atuação: Coordenadora de Projetos & Comunicação durante 15 anos no Universal Music. Agora, Profissional com o desenvolvimento de estratégia de comunicação e conteúdos para os diversos canais de comunicação, especialmente com os redes sociais.
Pesquisadora de campo do Programa de Conservação do Tatu-Canastra Mata Atlântica, atua na checagem e triagem de dados, educação ambiental e relacionamento com o…
Pesquisadora de campo do Programa de Conservação do Tatu-Canastra Mata Atlântica, atua na checagem e triagem de dados, educação ambiental e relacionamento com o Parque e comunidade do entorno.
Pesquisadora de campo do Programa de Conservação do Tatu-Canastra Mata Atlântica, atua na checagem e triagem de dados, educação ambiental e relacionamento com o…
Pesquisadora de campo do Programa de Conservação do Tatu-Canastra Mata Atlântica, atua na checagem e triagem de dados, educação ambiental e relacionamento com o Parque e comunidade do entorno.
Possui graduação em Ciências Biológicas Bacharelado (2008) e Licenciatura (2009) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e mestrado em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas. Doutora em Ecologia pela Universidade Estadual…
Possui graduação em Ciências Biológicas Bacharelado (2008) e Licenciatura (2009) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e mestrado em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas. Doutora em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas, tem experiência na área de Ecologia, atuando principalmente nos seguintes temas: mamíferos, primatas, ecologia comportamental, ecologia de paisagem, ecologia molecular.
Médico Veterinário graduado pela Universidade Paulista (2003), possui experiência em Medicina de Animais Selvagens, Medicina da Conservação e…
Médico Veterinário graduado pela Universidade Paulista (2003), possui experiência em Medicina de Animais Selvagens, Medicina da Conservação e pós-graduação latu sensu em clínica e cirurgia de animais selvagens.
Atuação: Desde 2004, atua como pesquisador em projetos de conservação com foco em mamíferos neotropicais. Desde 2011, é veterinário do Projeto Tatu-Canastra, Mestre em Ciências pelo Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo e pesquisador associado do Zoológico de Naples, Flórida, EUA.
Graduada pela UNESP FCAV – Campus de Jaboticabal (2024). Atua como Trainee no Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS)…
Possui graduação em ciências contábeis (Faculdade do mato grosso do sul – FACSUL 2017). Pós graduação no curso de controladoria e gestão tributária.
Integrante do ICAS desde 2019…
Médica Veterinária pela UNESP FCAV – Campus de Jaboticabal (2024). Atua como Trainee no Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS), no Projeto Bandeiras e Rodovias e no Projeto Tatu-Canastra, nos biomas Cerrado e Pantanal.
Possui graduação em ciências contábeis ( Faculdade do mato grosso do sul - FACSUL 2017).
Pós graduação no curso de controladoria e gestão tributária ( Faculdade Novo oeste 2019)
Integrante do ICAS desde 2019 nas áreas administrativa e financeira.
Biólogo graduado pela Universidade Federal da Grande Dourado (2009). Realizou estágios curriculares e extra-curriculares em projetos de conservação com experiência em captura, monitoramento…
Biólogo graduado pela Universidade Federal da Grande Dourado (2009). Realizou estágios curriculares e extra-curriculares em projetos de conservação com experiência em captura, monitoramento e conservação de animais selvagens, com foco em Xenartras.
Desde 2012 é membro do Projeto Tatu-Canastra desde 2013 atua como pesquisador associado do Instituto de Pesquisas Ecológicas – IPÊ e do Zoológico de Houston, Texas, EUA.
Auxiliar de Campo no Programa de Conservação do Tatu Canastra Mata Atlântica, atua na checagem dos equipamentos, educação ambiental e relacionamento com o…
Auxiliar de Campo no Programa de Conservação do Tatu Canastra Mata Atlântica, atua na checagem dos equipamentos, educação ambiental e relacionamento com o Parque e comunidade do entorno da Unidade de Conservação onde é executado o projeto neste bioma.
Graduado em comunicação Social com habilitação em Jornalismo, atua como assessor de imprensa do terceiro setor desde 2010. Apaixonado por fotografia e criação de conteúdo, chegou para somar com a equipe…
Nascido no interior de São Paulo, apaixonado por animais, fotografia e vídeos, formou-se em 2012 pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e desde 2010, quando ainda era voluntário, vem atuando em diversas áreas da comunicação no terceiro setor.
Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), com experiência nas áreas de Zoologia, Ornitologia de Campo e Educação Ambiental…
Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), com experiência nas áreas de Zoologia, Ornitologia de Campo e Educação Ambiental. Mestre em Educação pelo Instituto de Biociências (UNESP), na linha de pesquisa de Educação Ambiental. Professora de Ciências pela Rede Municipal de Florianópolis - SC, nos anos de 2018 e 2019. Doutora em Ensino de Ciências, na área de concentração de Educação Ambiental, pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Colaboradora do Projeto EArte (Estado da Arte da Educação Ambiental no Brasil) e integrante do Comitê de Conflito e Coexistência Humano-Fauna da Sociedade Brasileira de Mastozoologia (SBMz). Atualmente, trabalha na área de Coexistência Humano-Fauna e na coordenação do Projeto Canastras e Colmeias, dentro do Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS).
Graduada em Medicina Veterinária, com mestrado em Ciência Animal pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná e doutorado em Ecologia e Conservação pela…
Graduada em Medicina Veterinária, com mestrado em Ciência Animal pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná e doutorado em Ecologia e Conservação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Atua em todas as frentes do projeto, com ênfase nas atividades de captura e monitoramento de tamanduás-bandeira.
Possui graduação em medicina veterinária pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) “Júlio de Mesquita Filho” – Campus de Araçatuba (2012). Residência em medicina de animais…
Possui graduação em medicina veterinária pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) "Júlio de Mesquita Filho" - Campus de Araçatuba (2012). Residência em medicina de animais selvagens pelo Parque Zoológico Municipal "Quinzinho de Barros" de Sorocaba, SP, e Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Selvagens da FMVZ - UNESP - Botucatu – SP (2015). Mestrado em Conservação e Uso da Biodiversidade na Pontifícia Universidad Javeriana (PUJ) em Bogotá, Colômbia (2022). Coordenador do Comité de Saúde Animal da ALPZA (Associação Latino-americana de Parques, Zoológicos e Aquários) desde 2024 e Inspetor para processos de acreditação de zoológicos e aquários da ALPZA desde 2019. Atua como médico veterinário no Projeto de Conservação do Tatu Canastra no Instituto de conservação de Animais Silvestres (ICAS) desde 2025.
Biólogo, mestre em Biodiversidade Tropical pela Universidade Federal do Espírito Santo (2017), graduado em Ciências Biológicas Licenciatura pelo Centro de Ciências Agrarias da Universidade Federal…
Biólogo, mestre em Biodiversidade Tropical pela Universidade Federal do Espírito Santo (2017), graduado em Ciências Biológicas Licenciatura pelo Centro de Ciências Agrarias da Universidade Federal do Espírito Santo (2014) e Técnico em Agropecuária com Habilitação em Agroindústria pela escola Agrotécnica Federal de Santa Teresa (2005).
Experiência em Ecologia de estrada, Monitoramento e resgate de Fauna e Educação Ambiental. Desde 2013 atua na avaliação de impactos das estradas sobre a biodiversidade e em estudos de conservação de animais silvestres. Desde 2019, o foi contratato pelo ICAS para coordenar o Projeto Tatu-Canastra no Parque Estadual do Rio Doce, PERD, MG.
Natural de Campo Grande (MS), é bacharel em Administração de Empresas desde 2011 e atualmente cursa pós-graduação em Apicultura e Meliponicultura pela Universidade…
Natural de Campo Grande (MS), é bacharel em Administração de Empresas desde 2011 e atualmente cursa pós-graduação em Apicultura e Meliponicultura pela Universidade de Taubaté (SP). Atua desde 2018 na produção de mel em apiários, prestando consultoria para o aumento da produtividade por colmeia e orientando apicultores sobre medidas mitigatórias não letais para evitar a predação de colmeias por tatus-canastra. Contribui com o projeto no fortalecimento de pequenos produtores, por meio da produção e distribuição de rainhas aos parceiros.
Atualmente, integra a equipe do Canastras e Colmeias como Gestor de Contratos e Certificações.
Possui ainda ampla experiência em ecologia de estradas, monitoramento e resgate de fauna e educação ambiental. Desde 2013, atua na avaliação dos impactos rodoviários sobre a biodiversidade e em estudos voltados à conservação da fauna silvestre. Desde 2019, é colaborador do ICAS, onde coordena o Projeto Tatu-canastra no Parque Estadual do Rio Doce (PERD-MG).
Doutorado em Ciência Ambiental pela Universidade de São Paulo (PROCAM-USP) com período sanduíche na Universidade de Bangor (Wales, UK)…
Bióloga interdisciplinar, interessada nas relações entre seres humanos e mais-que-humanos (que incluem animais, plantas, rios e florestas), entrelaçando dimensões ecológicas, sociais e simbólicas. Formada pela UFSCar (2010), com mestrado em Ecologia pela mesma universidade (2014) e doutorado em Ciências Ambientais pela USP, com período sanduíche no Conservation and Human Behaviour Research Group, da Universidade de Bangor (UK). Foi Conservation Fellow do Chester Zoo (2021-2024) e é fellow do programa Emerging Wildlife Conservation Leaders (2024-2025). Integra o grupo de especialistas em conflito e coexistência da IUCN, liderando o grupo de trabalho latino-americano, e coordena o Comitê de Conflito e Coexistência da Sociedade Brasileira de Mastozoologia. Certificada pelo WildTeam (UK) em Gerenciamento de Projetos para Conservação de Vida Silvestre.
Atuação: Utiliza abordagens e métodos das Ciências Sociais para compreensão do contexto social, psicológico e econômico das interações humano-fauna que ameaçam a biodiversidade. O principal objetivo de suas pesquisas é elaborar estratégias integrativas que melhorem, na prática, a convivência das pessoas com a vida silvestre. Tem interesse nas áreas de Dimensões Humanas da Conservação, Psicologia Social e Psicologia da Conservação.
Auxiliar de Campo no Programa de Conservação do Tatu Canastra Mata Atlântica, atua na checagem dos equipamentos, educação ambiental e relacionamento com o…
Auxiliar de Campo no Programa de Conservação do Tatu Canastra Mata Atlântica, atua na checagem dos equipamentos, educação ambiental e relacionamento com o Parque e comunidade do entorno da Unidade de Conservação onde é executado o projeto neste bioma.
Possui graduação em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2001), graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual…
Possui graduação em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2001), graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (2017) e mestrado em Educação pela Universidade Católica Dom Bosco (2014). Atualmente é analista de projeto do Instituto de Conservação de Animais Silvestres. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Comunicação ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: meio ambiente, pantanal, educação ambiental, desenvolvimento regional e conservação.
Natural de São Paulo, formado pela Universidade Paulista (UNIP). Desde 2024, integra a equipe do Projeto Tatu-Canastra, atuando no Cerrado sul-mato-grossense, com base no Parque…
Pedro Mathias é biólogo, natural de São Paulo, formado pela Universidade Paulista (UNIP). Desde 2024, integra a equipe do Projeto Tatu-Canastra, atuando no Cerrado sul-mato-grossense, com base no Parque Natural Municipal do Pombo, em Três Lagoas (MS). Atua na pesquisa voltada à conservação do tatu-canastra, espécie ameaçada e essencial para o equilíbrio dos ecossistemas. Movido pela paixão pela natureza, Pedro trabalha para fortalecer o trabalho da ciência em prol da conservação da biodiversidade, contribuindo para um futuro mais sustentável para a fauna brasileira.
Formado em 2018 como bacharel em ciências biológicas pela Universidade Paulista – Campus Jundiaí-SP, com pós-graduação em biodiversidade e conservação concluída em…
Formado em 2018 como bacharel em ciências biológicas pela Universidade Paulista - Campus Jundiaí-SP, com pós-graduação em biodiversidade e conservação concluída em 2020 na mesma universidade. Trabalhou de 2015 a 2021 na Associação Mata Ciliar, onde trabalhou com manejo e bem estar de fauna ex-situ, educação ambiental, monitoramento de campo, resgate e reabilitação de fauna. Trabalhou de 2022 a 2024 na Associação Onçafari, onde atuou como guia bilingue e biólogo de campo e trabalhou com reabilitação de fauna. Atualmente faz parte da equipe de campo do Projeto Tatu Canastra - Cerrado.
Bióloga formada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e especialista em Manejo de Espécies Ameaçadas pela University of Kent, com experiência em coordenação…
Bióloga formada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e especialista em Manejo de Espécies Ameaçadas pela University of Kent, com experiência em coordenação de projetos de conservação, monitoramento de fauna, reabilitação e translocação de espécies. Minha atuação inclui ainda a facilitação de processos de planejamento para conservação, educação ambiental e integração de equipes multidisciplinares, sempre com foco no bem-estar animal e na conservação da biodiversidade.
Atuação: Utiliza abordagens e métodos das Ciências Sociais para compreensão do contexto social, psicológico e econômico das interações humano-fauna que ameaçam a biodiversidade. O principal objetivo de suas pesquisas é elaborar estratégias integrativas que melhorem, na prática, a convivência das pessoas com a vida silvestre. Tem interesse nas áreas de Dimensões Humanas da Conservação, Psicologia Social e Psicologia da Conservação.
Fundador da Associação Nobilis, com grande experiência em levantamento, monitoramento e resgate de fauna silvestre. Colabora em todo o processo de criação, reabilitação…
Formação: Biólogo, Gestor Ambiental, Mestre em Ecologia e Conservação
Atuação: Fundador da Associação Nobilis, com grande experiência em levantamento, monitoramento e resgate de fauna silvestre. Colabora em todo o processo de criação, reabilitação e soltura monitorada do Projeto TamanduASAS.
Arthur Bellini é campo-grandense, bacharel em biologia e escritor de fantasia e ficção científica. Publicado em 2022 pela Corvus editora e em 2023 pela Galera Record com um conto na antologia “Finalmente, 15”. Desde criança, é apaixonado pela natureza e tenta conciliar os dois ofícios sempre – trazendo o amor e o respeito por todas as criaturas selvagens para a literatura e trazendo um pouco da importância das narrativas para a ciência. Pelo ICAS, foi responsável pelo projeto Vozes do Mel.
Graduanda em Ciências biológicas atua na área de Educação ambiental.
Nascida e criada em Campo Grande no estado de Mato Grosso do Sul, Aurora sempre se surpreendeu com a natureza ao seu redor e conforme o tempo passou se encontrou na área da educação. No ICAS descobriu a educação ambiental crítica onde alia sensibilidade, criatividade e comunicação para aproximar pessoas da natureza levando em conta seus contextos sociais e econômicos. Também desenvolveu materiais e atividades educativas voltadas à conservação da fauna brasileira, com foco no Tamandua-bandeira e Tatu-canastra. Fora do meio educacional é apaixonada pelo céu e composição de imagem, o que leva como hobby.
Graduando em Ciências biológicas atua na área de Educação ambiental.
Graduanda em Ciências biológicas atua na área de coexistência.
Graduanda em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (4° semestre), monitora de Química Orgânica e ministrante de aulas de Biologia no Cursinho UEMS. Atualmente, é estagiária no núcleo de Coexistência Humano-Fauna no Instituto de Conservação de Animais Silvestres.
Mestranda em educomunicação e integrante do time de comunicação do ICAS.
Possui graduação em Jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2024). Bolsista CAPES no curso de Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM-UFMS) na linha de Linguagens, Processos e Produtos Midiáticos, pesquisando Educomunicação Socioambiental com enfoque na produção audiovisual para conservação.Trainee na equipe de Comunicação do Instituto de Conservação de Animais Silvestres-ICAS.
Trainee do programa de Conservação do Tatu-canastra.
Biólogo pela UFMS e especializando-se em Geoprocessamento. Atualmente trainee no Projeto Tatu-canastra, sendo responsável pela administração do banco de dados no Pantanal. Unindo biologia e tecnologia, atua na redação científica e na otimização de dados para outros pesquisadores. Sua rotina é dedicada a transformar dados brutos em informações precisas que suportam a pesquisa e conservação de Xenarthras.