Raro e em extinção, gato-mourisco é registrado em armadilha fotográfica do Projeto tatu-canastra

Antes, a espécie só havia sido registrada por meio de fotografias. O felino é ágil e tem hábitos peculiares, que dificultam os flagrantes, além de estar na lista de animais em extinção.
Colisões veiculares com fauna silvestre nas rodovias de Mato Grosso do Sul é uma tragédia anunciada, diz estudo

Iniciativa do projeto Bandeiras e Rodovias monitorou 15% das estradas de MS por 3 anos, onde foram registradas 425 antas, 766 tamanduás-bandeiras e 968 capivaras mortas neste período. Pesquisadores do ICAS alertam sobre a importância de medidas de mitigação para esta tragédia anunciada e novo estudo aponta os pontos mais críticos para o risco de colisões veiculares com fauna silvestre.
ICAS participa de Audiência Pública para debater o processo de relicitação da BR-163 em Mato Groso do Sul

Pesquisadores do ICAS – Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS), participaram, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, nesta terça-feira (21), de uma Audiência Pública, promovida pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANNT), para debater o processo de relicitação da BR-163, rodovia que corta 21 cidades e impacta diversos setores de todo o […]
Projeto Canastras e Colmeias: apiário é o primeiro a receber o certificado de “Amigo do tatu-canastra” na Amazônia

O tatu-canastra é um animal que ocorre em grande parte da América Latina, mais especificamente na Colômbia, Venezuela, Guiana Francesa, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e aqui no Brasil, sua presença é registrada no Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e na Amazônia, onde recentemente foi realizada a primeira certificação do Projeto Canastras e Colmeias no bioma. […]
Orelhudo e de cauda nua: enigmática espécie de tatu é confirmada no Pantanal

Pouco conhecido pela ciência, tatu-de-rabo-mole-grande teve registros confirmados pela primeira vez no Pantanal. Estudo recomenda inclusão da espécie na lista de mamíferos de Mato Grosso do Sul
Estudo inédito de monitoramento de tamanduá-bandeira albino está sendo realizado pelo ICAS no Mato Grosso do Sul

Pesquisadores querem compreender as estratégias de sobrevivência deste indivíduo raro na natureza
Organizações-membros do Observatorio Pantanal se reúnem presencialmente para discutir prioridades dos próximos anos

Evento teve como objetivo estabelecer iniciativas que possam fortalecer o Observatorio Pantanal por meio de ações coletivas e que visem a proteção e o desenvolvimento sustentável do Pantanal no âmbito internacional.
O que fazer ao observar a presença de um tatu-canastra na sua propriedade?

Moradores de um sítio no interior de Mato Grosso do Sul acordaram com o quintal de casa revirado e sem saber o motivo da confusão. O Domingo Espetacular foi até o endereço para tentar entender o que realmente aconteceu e descobriu que um tatu foi o responsável pelo chão tremendo e montanhas de terra revirada. A família fez vídeos da descoberta e até do resgate do animal.
Não existe “doença do tatu”!!

A transmissão não ocorre de animais para pessoas ou entre pessoas, mas apenas do contato direto com o fungo, ou seja, os tatus – animais que vivem em tocas e estão em contato direto com o solo e com a matéria orgânica – possuem mais chances de se contaminarem, porém, eles não necessariamente apresentam sintomas ou ficam doentes.
Pesquisadora do ICAS que estuda as dimensões humanas na conservação do tamanduá-bandeira e do tatu-canastra ganha bolsa de estudo do Chester Zoo

As ameaças à biodiversidade estão profundamente relacionadas com aspectos sociais, políticos, econômicos e culturais dos contextos em que ocorrem.