Waldemir Pereira

Da Serra do Amolar, no coração do Pantanal Sul, a Campo Grande, capital do estado: essa foi a jornada de Waldemir Pereira Rosa na apicultura.
Rosemi

“Quer mel?” A jornada que começou nas feiras do Pará e acabou na vanguarda da associação de apicultoras de Paraupebas: Quando criança, Rosemi ia à feira com a mãe, sentava-se num tapete com uma bolsinha de dinheiro e ajudava a vender tudo o que era produzido na fazenda da família.
Da caridade ao mel, do mel à cera: uma jornada de fé e solidariedade pelo Brasil que levou o pastor Odair ao mundo do mel e das abelhas-rainha

Há quase 30 anos, Odair dedica sua formação e sua vida à recuperação de dependentes químicos e alcoólatras.
Severiano

Severiano trabalha há oito anos com as abelhas, mas essa história é muito mais antiga e profunda que isso – história para lá de década.
Sebastião

No interior de Mato Grosso do Sul, em um remanescente de Cerrado cercado por silvicultura, há uma casa colorida, toda feita de materiais recicláveis, crivada de artesanatos e obras de arte. Mais que uma casa, é também uma escola e centro de treinamento, onde os vizinhos de Sebastião podem frequentar oficinas de economia criativa, agrofloresta e agricultura familiar, em parceria com o SENAR e, recentemente, outras instituições, como o ICAS.
Kelya Marta

Desde criança, Kel já sonhava com as abelhas: o padrinho era apicultor, e ela acompanhava e ajudava na lida e no campo. Nascida e criada em Três Lagoas, sempre teve uma relação de proximidade com a natureza. A propriedade da família, pelo avô na época em que o trem ainda carregava passageiros pelo interior de Mato Grosso do Sul, é cercada por áreas de Cerrado e campos de guavira; agraciada com uma diversidade de aves e bichos que vêm visitar as árvores frutíferas plantadas no quintal.