Em 2025, o Programa de Conservação do Tatu-canastra consolidou importantes avanços científicos e de conservação ao completar 15 anos de pesquisas no Pantanal e expandir suas ações para outros biomas brasileiros. Ao longo do ano, foram publicados 13 novos artigos científicos, elevando para mais de 55 o total de estudos produzidos pelo programa. Além do monitoramento contínuo da espécie no Pantanal, o projeto realizou as primeiras capturas de tatus-canastra no Cerrado, fortaleceu pesquisas na Mata Atlântica e na Amazônia, ampliou o uso de armadilhas fotográficas e transmissores GPS e promoveu capacitação de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, consolidando-se como uma das principais referências mundiais no estudo e conservação da espécie.
As ações do programa também avançaram na integração entre ciência, conservação e comunidades locais. Em 2025, foram fortalecidas iniciativas de prevenção a incêndios no Pantanal, ampliados projetos de coexistência entre pessoas e fauna, como o Canastras & Colmeias, e desenvolvidas ações de Saúde Única, educação ambiental e capacitação em diferentes regiões do país. O trabalho reuniu pesquisadores, veterinários, produtores rurais, gestores públicos e parceiros institucionais para promover a conservação da biodiversidade, gerar conhecimento científico e subsidiar estratégias e políticas públicas voltadas à proteção do tatu-canastra e dos ecossistemas onde a espécie ocorre.





