
O Programa de Conservação do Tamanduá-bandeira, conduzido pelo ICAS e parceiros, reúne projetos inovadores que unem ciência, tecnologia e ação comunitária para proteger a espécie, altamente vulnerável a colisões em rodovias e à perda de habitat.
As rodovias desempenham um papel fundamental no transporte de pessoas e mercadorias, mas quando não são planejadas adequadamente, podem gerar graves impactos ambientais, sociais e econômicos. No Mato Grosso do Sul (MS), uma iniciativa pioneira do ICAS – Instituto de Conservação de Animais Silvestres buscou compreender e mitigar esses impactos por meio do Projeto Bandeiras e Rodovias, com foco nos tamanduás-bandeira, uma das espécies mais vulneráveis às colisões veiculares com fauna no Brasil.
O primeiro objetivo do projeto foi quantificar e analisar os impactos ecológicos e sociais das colisões veiculares. Entre 2017 e 2020, foram monitorados cerca de 85 mil km de rodovias no estado, registrando-se a morte de 12.400 animais silvestres. Destes, 40% representavam risco de acidentes com danos materiais e à vida humana e da fauna, incluindo espécies como tamanduás-bandeira, antas e capivaras.
Subnotificação: Esses números são estimativas mínimas, já que nossos estudos mostram que cerca de 25% das carcaças desaparecem rapidamente devido à ação de predadores e à decomposição. Além disso, dados de radiotelemetria mostram que a metade dos tamanduás-bandeira que sofrem uma colisão não morrem na rodovia. Eles conseguem se afastar entre 10 a 900m do local do impacto e passam despercebidos nas contagens.
Nesta etapa, o foco foi expandido para incluir as dimensões humanas, institucionais e políticas relacionadas às colisões veiculares com fauna. O ICAS trabalhou em parceria com autoridades públicas, motoristas, empresas e sociedade civil, promovendo ações coordenadas para reduzir a mortalidade da fauna e minimizar os riscos e impactos para os condutores.
A fase atual do projeto busca implementar soluções inovadoras para mitigar os impactos das rodovias sobre a fauna silvestre e aumentar a segurança viária. Algumas das principais iniciativas incluem:
O Projeto Tamanduás como Detetives Ecológicos é uma iniciativa inovadora do Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS) que busca compreender o deslocamento e o comportamento dos tamanduás-bandeira no Cerrado brasileiro. Desde 2017, pesquisadores do ICAS já monitoraram mais de 100 tamanduás-bandeira, utilizando coletes equipados com tecnologia GPS e VHF, que registram a localização dos animais a cada 20 minutos. Esse rastreamento contínuo é essencial para entender seus padrões de movimentação e desenvolver estratégias eficazes de conservação e proteção da espécie.
A iniciativa concentra seus esforços especialmente nos indivíduos em fase de dispersão —período em que os jovens tamanduás deixam sua área de ocorrência natal em busca de novos territórios.
Ao acompanhar esses animais em uma paisagem cada vez mais fragmentada por rodovias, extensas monoculturas e áreas urbanas, os pesquisadores conseguem mapear suas rotas e analisar como eles interagem com diferentes tipos de ambientes, identificando quais áreas ainda permitem sua passagem e quais se tornaram barreiras ao deslocamento. Outro ganho com as informações de monitoramento é a identificação das vulnerabilidades que a espécie enfrenta nesta fase da vida.
Chamados de “detetives ecológicos”, esses tamanduás ajudam a fornecer informações valiosas sobre a permeabilidade da paisagem, possibilitando o planejamento de corredores ecológicos que garantam a conectividade entre fragmentos de habitat. Desde maio de 2024, o projeto passou a atuar também na Área de Proteção Ambiental (APA) do Guariroba, uma região mais preservada e com menor interferência de rodovias, em comparação à Nova Andradina, onde se concentravam os estudos anteriores. Nesta nova área de estudo, as atividades econômicas são limitadas principalmente à pecuária extensiva, favorecendo o uso sustentável do território e oferecendo mais estabilidade para a população de tamanduás. Até o momento, 30 animais já foram monitorados na área — e esse trabalho permitirá aos pesquisadores compreender de forma detalhada aspectos como dispersão, taxa reprodutiva, maturidade sexual, longevidade e comportamento parental.
Com uma abordagem de longo prazo, o Projeto Detetives Ecológicos reforça seu papel fundamental na conservação do tamanduá-bandeira, mostrando que ciência e tecnologia podem caminhar juntas para garantir a proteção da biodiversidade e a coexistência entre a vida silvestre e as atividades humanas.
Desde agosto de 2021, vem sendo realizado um estudo inédito no Cerrado de Mato Grosso do Sul, focado no cuidado maternal e no comportamento de fêmeas e filhotes de tamanduás-bandeira (Myrmecophaga tridactyla). O objetivo é compreender os padrões de cuidado materno desses animais, gerando dados fundamentais para a sua conservação, já que filhotes de 0 a 2 meses são apontados como aqueles com maior taxa de mortalidade. Os resultados preliminares indicam que os filhotes dependem intensamente das mães nos primeiros dois meses de vida, um período crucial para seu desenvolvimento.
Essas informações são valiosas para aprimorar o manejo da espécie em cativeiro e aumentar suas chances de sobrevivência na natureza, contribuindo para a conservação dos tamanduás-bandeira a médio e longo prazo. As observações comportamentais também apontam o desenvolvimento da independência do filhote da sua mãe e os principais aprendizados.
Além disso, essa pesquisa traz novas revelações sobre uma das características mais marcantes do tamanduá-bandeira: sua longa e exuberante cauda. O estudo descreveu 11 comportamentos distintos relacionados ao uso da cauda, a maioria registrada pela primeira vez, documentados ao longo de 266 horas de observações de campo realizadas entre agosto de 2021 e novembro de 2023, em áreas do Cerrado sul-mato-grossense impactadas por atividades humanas.
O Projeto TamanduASAS é uma iniciativa pioneira no Brasil, dedicada à criação, reabilitação e soltura monitorada de filhotes órfãos de tamanduá-bandeira. Desenvolvido em Minas Gerais desde 2017 pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), o projeto conta com a cooperação técnica da Nobilis e do Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS).
A maioria desses filhotes perde as mães em colisões veiculares nas rodovias mineiras. O projeto surgiu justamente para oferecer a esses animais cuidados especiais, que incluem aleitamento, desmame, adaptação e preparo para o retorno à natureza. Esse trabalho é realizado por uma equipe multidisciplinar, que desenvolveu protocolos específicos para garantir a saúde, o bem-estar e a reintegração desses animais ao ambiente natural.
Além de aprimorar o manejo da espécie em cativeiro, o TamanduASAS realiza pesquisas e inovações no monitoramento pós-soltura. A metodologia inclui o uso de colares com rastreadores GPS e armadilhas fotográficas acionadas por movimento, permitindo que os tamanduás-bandeira sejam acompanhados mesmo após sua reintrodução em áreas previamente estudadas e selecionadas especialmente para a soltura monitorada dos tamanduás-bandeira. O projeto conta com duas áreas de soltura em unidades de conservação estaduais. A metodologia de soltura do projeto, conhecida como soltura branda, envolve a construção de recintos de reabilitação na área de soltura e a manutenção de comedouros externos ao recinto, garantindo suporte alimentar enquanto os animais se adaptam gradualmente à vida livre. Até o momento, 24 tamanduás já foram reintroduzidos, e cada experiência contribui com aprendizados importantes para a conservação da espécie.
O projeto também atua no engajamento de proprietários rurais, incentivando a criação de áreas de reabilitação, unidades de conservação e a formação de corredores ecológicos, como aconteceu com a criação da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Retiro Águas Vivas, na zona de amortecimento do Parque Estadual do Pau Furado, em Uberlândia e Araguari e a reestruturação da RPPN Jacob, no município de Nova Ponte. Todo esse trabalho é integrado ao Plano de Ação Nacional para a Conservação do Tamanduá-bandeira, que estabelece estratégias prioritárias para a proteção da espécie no Brasil. O TamanduASAS demonstra que, com conhecimento técnico, dedicação e parcerias estratégicas, é possível unir ciência, conservação e bem-estar animal para garantir um futuro mais seguro para o tamanduá-bandeira e a biodiversidade brasileira.
Atua nas áreas de Biologia da Conservação, pesquisa e ecologia de espécies e uso de recursos naturais. Trabalhou e morou em Belize, Argentina, Bolívia…
Atua nas áreas de Biologia da Conservação, pesquisa e ecologia de espécies e uso de recursos naturais. Trabalhou e morou em Belize, Argentina, Bolívia, Nepal e agora está no Brasil há 20 anos. Em 2002 passou a viver e trabalhar no Mato Grosso do Sul, onde fundou a ONG ICAS para dar suporte administrativo aos dois projetos que coordena: Programa de Conservação do tatu-canastra e Projeto Bandeiras e Rodovias. Seu trabalho foi apresentado na National Geographic, BBC Nature e na PBS (Public Broadcasting Service). Arnaud é reconhecido como um grande nome da conservação mundial, tendo sido agraciado com o Whitley Award em 2015, um prêmio que é considerado o Oscar da Conservação!
Médico Veterinário graduado pela Universidade Paulista (2003), possui experiência em Medicina de Animais Selvagens, Medicina da Conservação e…
Médico Veterinário graduado pela Universidade Paulista (2003), possui experiência em Medicina de Animais Selvagens, Medicina da Conservação e pós-graduação latu sensu em clínica e cirurgia de animais selvagens.
Atuação: Desde 2004, atua como pesquisador em projetos de conservação com foco em mamíferos neotropicais. Desde 2011, é veterinário do Projeto Tatu-Canastra, Mestre em Ciências pelo Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo e pesquisador associado do Zoológico de Naples, Flórida, EUA.
Doutorado em Ciência Ambiental pela Universidade de São Paulo (PROCAM-USP) com período sanduíche na Universidade de Bangor (Wales, UK)…
Doutorado em Ciência Ambiental pela Universidade de São Paulo (PROCAM-USP) com período sanduíche na Universidade de Bangor (Wales, UK). Certificada pelo WildTeam (UK) em Gerenciamento de Projetos para Conservação de Vida Silvestre, é mestre em Ecologia pela Universidade Federal de São Carlos, bacharel em Ciências Biológicas pela UFSCar e possui graduação em Gestão Ambiental pelo Centro Universitário Senac.
Atuação: Utiliza abordagens e métodos das Ciências Sociais para compreensão do contexto social, psicológico e econômico das interações humano-fauna que ameaçam a biodiversidade. O principal objetivo de suas pesquisas é elaborar estratégias integrativas que melhorem, na prática, a convivência das pessoas com a vida silvestre. Tem interesse nas áreas de Dimensões Humanas da Conservação, Psicologia Social e Psicologia da Conservação.
Atuação: Possui experiência em monitoramento e mitigação de colisões veiculares com fauna, monitoramento faunístico, avaliação de impacto ambiental e gestão ambiental de rodovias…
Formação: Bacharel e licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Catarina, cursou mestrado em Ecologia na mesma universidade e pós-graduação em Gestão, Licenciamento e Auditoria Ambiental pela Faculdade Anhanguera-Uniderp.
Atuação: Possui experiência em monitoramento e mitigação de colisões veiculares com fauna, monitoramento faunístico, avaliação de impacto ambiental e gestão ambiental de rodovias. É membro da Caipora – Cooperativa para Conservação da Natureza e da REET BRASIL – Rede Brasileira de Especialistas em Ecologia de Transportes. Em 2021 tornou-se bióloga do Projeto Bandeiras e Rodovias.
Possui experiência em análise espacial (especialmente com modelagem de distribuição de espécies e análises de priorização espacial), uso de dados digitais para conservação de espécies…
Formação: Bacharel em Engenharia Florestal pela Universidade de São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" com período sanduíche na Universidade de Queensland, Australia, mestre em Recursos Florestais também pela Universidade de São Paulo.
Atuação: Possui experiência em análise espacial (especialmente com modelagem de distribuição de espécies e análises de priorização espacial), uso de dados digitais para conservação de espécies, teoria do planejamento para conservação e dimensões humanas da conservação. É pesquisador colaborador do LEMAC - ESALQ/USP (Laboratório de ecologia, manejo e conservação da fauna silvestre) e helper do Grupo de Especialistas em Planejamento da Conservação (CPSG) - IUCN Brasil na área de facilitação.
Atuação: Colaborador na área de Ecologia de Estradas, responsável pela análise dos padrões de atropelamento e padrões espaciais e temporais dos movimentos dos animais com coletes GPS.
Formação: Biólogo, doutor em Biologia da Conservação
Atuação: Colaborador na área de Ecologia de Estradas, responsável pela análise dos padrões de atropelamento e padrões espaciais e temporais dos movimentos dos animais com coletes GPS.
Atuação: Fundador da Associação Nobilis, com grande experiência em levantamento, monitoramento e resgate de fauna silvestre. Colabora em todo o processo de criação, reabilitação…
Formação: Biólogo, Gestor Ambiental, Mestre em Ecologia e Conservação
Atuação: Fundador da Associação Nobilis, com grande experiência em levantamento, monitoramento e resgate de fauna silvestre. Colabora em todo o processo de criação, reabilitação e soltura monitorada do Projeto TamanduASAS.
Graduado pela Universidade Estadual do Centro-oeste UNICENTRO, com residência em Medicina Zoológica pela UFPR com atuação no Zoológico Beto Carrero World…
Graduado pela Universidade Estadual do Centro-oeste UNICENTRO, com residência em Medicina Zoológica pela UFPR com atuação no Zoológico Beto Carrero World. Atualmente é mestrando em Ecologia e Conservação pela UFMS.
Atuação: Desde 2013, atua como veterinário de animais silvestres, possui especial interesse em pontes de conexão entre conservação in situ e ex situ e ecologia de doenças.
Mestra em Ciência Ambiental pela Universidade de São Paulo (PROCAM-IEE/USP) e graduada em Gestão Ambiental pela mesma universidade…
Mestra em Ciência Ambiental pela Universidade de São Paulo (PROCAM-IEE/USP) e graduada em Gestão Ambiental pela mesma universidade.
Atuação: Possui experiência de trabalho e pesquisa envolvendo atores que vivem próximos de áreas florestadas e populações tradicionais. Também tem experiência no tratamento de informações geoespaciais (Software QGIS), em avaliação de programas sociais e em análise de dados quantitativos (Softwares estatísticos STATA e R) e qualitativos. Desde o último ano, atua na área de Dimensões Humanas.
Graduada em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos. Mestra em Ecologia…
Graduada em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos. Mestra em Ecologia e Recursos Naturais e Doutora em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais (PPG ERN) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) ambos na área de Educação Ambiental.
Atuação: Atua como educadora e coordenadora de projetos e cursos de formação em Educação Ambiental no grupo Escola da Floresta no Sítio São João (São Carlos/SP) desde 2009. É sócia fundadora e educadora na empresa Fubá Educação Ambiental e criatividade desde 2015. E desde 2018 é a educadora responsável pela implementação do Plano de Ação de Educação e Comunicação do Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS).
Especialista em Ecologia de Estradas e postdoc do Centro de Conservação e Sustentabilidade do Smithsonian, Washington D.C., e é sócia-proprietária da empresa ViaFAUNA. Colabora com o projeto…
Atuação: Especialista em Ecologia de Estradas e postdoc do Centro de Conservação e Sustentabilidade do Smithsonian, Washington D.C., e é sócia-proprietária da empresa Via FAUNA. Colabora com o projeto elaborando relatórios técnicos e propostas de mitigação para as colisões com fauna nas rodovias do MS.
Graduada em Ciências Econômicas pela Universidade Paris X e em Marketing & Gestão pelo Programa de MBA da Reims Business School, atuou como Coordenadora de Projetos & Comunicação durante…
Graduada em Ciências Econômicas pela Universidade Paris X e em Marketing & Gestão pelo Programa de MBA da Reims Business School.
Atuação: Coordenadora de Projetos & Comunicação durante 15 anos no Universal Music. Agora, Profissional com o desenvolvimento de estratégia de comunicação e conteúdos para os diversos canais de comunicação, especialmente com os redes sociais.
Graduado em comunicação Social com habilitação em Jornalismo, atua como assessor de imprensa do terceiro setor desde 2010. Apaixonado por fotografia e criação de conteúdo, chegou para somar com a equipe…
Nascido no interior de São Paulo, apaixonado por animais, fotografia e vídeos, formou-se em 2012 pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e desde 2010, quando ainda era voluntário, vem atuando em diversas áreas da comunicação no terceiro setor.

Bióloga, doutora em Ecologia Aplicada. Coordenadora do Laboratório de Ecologia, Manejo e Conservação de Fauna (LEMaC-USP), colabora com o projeto em estudos de modelagem de risco de atropelamentos e de distribuição de espécies.
Bióloga, doutora em ecologia aplicada

Biólogo, doutor em Botânica. Com foco na pesquisa de impactos de infraestruturas lineares, coordena o Núcleo de Ecologia de Rodovias e Ferrovias (NERF-UFRGS). Andreas e sua equipe colaboram com o projeto na concepção e aprimoramento de pesquisas e ações.
Biólogo, doutor em botânica

Veterinária, mestre em Biotecnologia Animal. Doutoranda da Universidade Federal Fluminense, responsável pela avaliação reprodutiva dos tamanduás-bandeira machos capturados pelo projeto.
Veterinária, mestre em biotecnologia

Biólogo, mestre em Ecologia Aplicada. Doutorando da Universidade de São Paulo, seu foco de pesquisa é avaliar o impacto das rodovias na ocupação e densidade populacional de tamanduás-bandeira.
Biólogo, mestre em ecologia aplicada

Veterinária, mestre em Saúde Animal. Analista Ambiental do Instituto Estadual de Florestas, coordenadora do Projeto TamanduASAS, atua em parceria com o nosso projeto nas pesquisas sobre soltura de tamanduás-bandeiras órfãos reabilitados.
Veterinária, mestre em saúde animal

Bióloga, Doutora em Ecologia e Recursos Naturais. Realizou a sexagem molecular, assim como a avaliação espaço-temporal de atropelamentos e diversidade genética em em tamanduás-bandeiras atropelados no Mato Grosso do Sul.
Biólogo, doutora em ecologia e recursos naturais

Bióloga, doutora em Biologia Animal. Trabalha com estudos focados em Ecologia e Comportamento animal. Colabora com o projeto em pesquisas sobre o comportamento de tamanduás reabilitados e de vida-livre.
Bióloga, doutora em biologia animal

Biólogo, coordenador do Projeto Tatu Canastra Pantanal. Membro do Projeto Tatu-Canastra, com sua ampla experiência de campo, atua como colaborador do Projeto Bandeiras e Rodovias.
Biólogo, coordenador do Projeto Tatu Canastra

Coordenado pela Profa. Dra. Paula Helena Santa Rita e com o auxílio do biólogo M.e Luiz Humberto Guimarães Riquelme Junior, é laboratório referência no Mato Grosso do Sul na criação e manutenção de répteis e anfíbios. Toda a equipe do Biotério UCDB colabora com o Projeto ministrando treinamentos de contenção e manejo de serpentes.
Saiba mais: https://site.ucdb.br/campus/3/
Coordenado por porfessores parceiros
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